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| Fonte: wikipedia |
"Numa
época de crise como esta que atravessamos e mediante a incapacidade (ou falta
de vontade) política para resolver os principais problemas que nos afetam a
todos, torna-se urgente criar consensos que partam das bases, ou seja, da
sociedade civil e neste contexto torna-se importante falar da chamada
responsabilidade social. Em Portugal a responsabilidade social ainda não é
norma ao contrário do que sucede noutros países, onde é prática comum as
empresas colaborarem de forma ativa na resolução dos problemas da comunidade
envolvente apoiando atividades sociais, culturais e educativas entre outras.
Na minha opinião a responsabilidade
social deve envolver também as causas que se prendem com a defesa dos animais.
As associações de defesa dos animais, os cidadãos em geral devem contribuir na
medida do possível para aquelas causas (e já muito fazem sem dúvida) mas porque
não envolver de forma mais direta as empresas?
O seu contributo pode passar pela
concessão de donativos, divulgação nos seus sites de iniciativas e atividades
ligadas à causa animal, afixação de cartazes nas suas instalações, cedência dos
seus espaços para a realização de sessões de sensibilização junto dos seus
colaboradores/as ou de campanhas ligadas à adoção.
Apesar de a responsabilidade social
não ser ainda prática comum no nosso país, algumas empresas (até de grande
dimensão) começam a “remar” na direção oposta, isto é, percebem que têm um
papel fundamental na resolução de alguns problemas e julgo que é importante
trabalhar no âmbito destas janelas de oportunidade que se vão abrindo.
E os frutos surgirão certamente."
Carla Quintas





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